Musica Nova in der der Hochschule für Musik, Rio


im Theatro Municipal, Rio: Solist des Mozart-Concertos mit der OSB (Concertos para a Juventude)


Mit Maestro Eleazar de Carvalho


Webers Concertino : TV-GLOBO, Rio (Live)


Quinteto de Sôpros da Uni Bahia, Salvador


Mit dem Pandula-Quartett


Mit der Philharmonia Hungarica in Genf (on tour)


Duo Berk-Seiz in Venedig


J. Stamitz ' Concerto mit dem

Kammerorchester Niterói / RJ / Brasil


Festival da Bahia


Fotogalerie

Lebendige Vergangenheit / Revendo o passado



J. Brahms: Klarinettenquintett op.115 mit

dem Quarteto de Cordas de São Paulo


Rio de Janeiro


Clarion-Ensemble


Membros-fundadores Celso Woltzenlogel (flauta), Paolo Nardi (oboé), Wilfried Berk (clarineta), Carlos Gomes de Oliveira (trompa) e Airton Barbosa (fagote). Foto da estréia em 09-05-62 em concerto no Salão Leopoldo Miguez na antiga Escola (Nacional) de Música da

Universidade do Brasil, hoje UFRJ


QUINTETO VILLA-LOBOS


Caravana da Cultura - em Maceió:

concerto-didático para escolares


Tournê pela América do Sul em 1964: embarque

para Montevideu


Concerto em Viña del Mar (Chile)


Concurso Internacional de Violino Hannover


NDR Sinfônica de Hamburgo na Ásia


Claudio Santoro: DUO 1976 dedicado ao DUO Berk-Seiz


1A-Reparaturwerkstatt


LINKS:


UFBahia


Pixinguinha


Turnê definitiva: Quinteto Villa-Lobos em 1964


Milhaud: Boi no Telhado


Concurso Internacional de Munique 2003


Nestor de Hollanda Cavalcanti


www.di-arezzo.com/ wilfried berk


Patricola


Swiss Clarinet Society


Artigo de CAMILA FRESCA, publicado na revista CONCERTO de outubro/2006:

Um verdadeiro patrimônio da vida musical brasileira: não é exagero definir assim o Quinteto

Villa-Lobos, um de nossos mais tradicionais conjuntos de câmara, que está prestes a completar

45 anos de atividades ininterruptas. Formado em 1962 por jovens estudantes da Escola de

Música da Universidade do Brasil (atual UFRJ), desde então o Quinteto desenvolve intensa

atividade, apresentando-se constantemente pelo Brasil e no exterior, muitas vezes convidado

pelo governo para divulgar nossa música. Desde o início saudados pela crítica e admirados pelo

público, os membros fundadores do conjunto foram Celso Woltzenvogel, Paolo Nardi, Wilfried

Berk, Carlos Gomes de Oliveira e Airton Barbosa. De lá para cá muitos anos transcorreram e

alguns artistas passaram pelo grupo. Desde 1997, porém, a formação segue inalterada com

músicos que estão entre os mais destacados instrumentistas do país: o flautista Toninho

Carrasqueira, o clarinetista Paulo Sérgio Santos (um elo de ligação entre a nova e a antiga

formação, pois Paulo Sérgio entrou para o grupo há mais de 30 anos e, ainda dolescente,

trabalhou ao lado de alguns fundadores), o oboísta Luis Carlos Justi, o trompista Philip Doyle e o fagotista Aloysio Fagerlande.

O nome do conjunto, escolhido (pela Mindinha Villa-Lobos) com o intuito de homenagear nosso grande compositor, reflete na verdade um dos maiores compromissos do Quinteto desde sua fundação: a preocupação com a música brasileira. Para Toninho Carrasqueira, a disposição de levar música de concerto aos mais diversos lugares (com apresentações didáticas) e seu grande interesse pela músicabrasileira - que levou com que mais de 300 obras fossem escritas especialmente para o conjunto ao longo dos anos - são duas de suas características mais marcantes. Isto se reflete também na excelente discografia do Quinteto que, apesar de tocar um extenso repertório, só grava música brasileira.

E, quando se fala em música brasileira, não se está falando aqui da

distinção entre erudito e popular, já que o grupo sempre fez questão de dissolver essas

barreiras, seja gravando um disco dedicado ao choro (o que, na década de 1970, não recebeu

boa acolhida dos críticos), seja apresentando obras ousadas de Villa-Lobos ou composições

contemporâneas nas Bienais de música. Conforme nota Aloysio, o QVL é o primeiro grupo de

câmara erudito a tocar e gravar música popular. "Fazemos isso há muito tempo, desde quando

essa atitude era mal vista. O repertório vai se impondo de forma natural, sem a distinção prévia entre o erudito e o popular."

Outra característica especial é a postura com que se apresentam, na intenção de se aproximar

do público. "O povo tem medo da música erudita porque acha que precisa ser entendedor para

gostar. Procuramos bater um papo com as pessoas e contextualizar as obras, mas a verdade é

que elas não precisam entender racionalmente para gostar, pois a música pode ser entendida

pelo coração", afirma Toninho. E Aloysio completa: "Nos apresentamos de pé, brincamos,

dançamos. Assim quebramos um pouco da sisudez da música erudita e é mais fácil deixar fluir

a emoção."

O público que for conferir os concertos que o Quinteto Villa-Lobos faz este mes no Nordeste

(com patrocínio da Funarte e da Petrobras) e em São Paulo, poderá ver que isso não é mero

discurso, mas antes reflete uma posição do grupo em relação à música e à vida. Recentemente,

em um festival de música, os integrantes do Quinteto conversavam animadamente durantre um

almoço, quando um músico norte-americano, que também participava do evento, perguntou há

quanto tempo tocavam juntos. Ao ouvir a resposta, exclamou espantado: "E vocês ainda

conseguem almoçar juntos?!".


"Amigo Wilfried

Saudades do amigo e colega. Dos tempos da Escola (Nacional) de Música

e dos 4tetos de clarineta, que muito ajudaram a gente naquele início árduo, porém

festivo.

Grande abraço, Paulo Moura, 9/4/84" (dedicatória na capa do vinil "Mistura e Manda")


Formandos de 1960 : classe do Prof. Jayoleno dos Santos


CLARINETEMANIA/clarinetistas MPB


Kulturschaffende Hannover


Clarion-

Ensemble


Quinteto Villa-Lobos


com Izaías Bueno de Almeida (bandolim),

ao fundo Benjamim Taubkin (piano e

leader) do Moderna Tradição


Intérpretes de  Villa-Lobos


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